Tinha que ver! Não adiantava continuar a fingir que não tinha percebido, que o que tinha visto era fantasia minha.
Precisei de uma foto. E quando caminhava, com a certeza do que iria encontrar, enchi-me de raiva. Por não te dares ao despeito, por não assumires as palavras que dizes, por esse ego imenso que se alimenta de aparências.
Mas depois só fica a tranquilidade do ponto final. E uma estranha constatação que os cabrões morrem sempre sozinhos.
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