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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Dúvidas de Maio

Estamos em Maio. Chove. Está frio. Já esteve calor. É Maio.
Duvido que seja Maio, quando olho pela janela, vejo a chuva e a vizinha da frente, com o roupão de mãe natal.
Semi-nua.
Talvez a cumprir alguma fantasia do marido. Ou apenas, também não acreditou que é Maio.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Teatro - II Capítulo

Sábado fomos ao teatro, ver uma peça encenada por uma amiga. Estava frio e saímos os dois de jilaba.
É tão giro ver as pessoas a olharem nos de lado, sem saber se: o carnaval chegou mais cedo,  se somos árabes, ou apenas apanhados dos cornos.

A peça é gira, leve e divertida. Só é pena o gelo que estava na sala, e só no fim é que nos disseram que havia umas mantas.
Olha, obrigadinho!
Se estiverem interessados numa sugestão cultural - "Segundo Capítulo", Teatro da Luz, Sextas, Sábados e Domingos às 22:00.
Fica aqui o teaser.



segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Pachachas alheias II

E quando ficas com os cacifos de baixo, e levas o tempo, a tentar não enfiar o nariz dentro de uma rapachola. Ou a fugir para não levares com uma borda na testa?

[Só eu no ginásio]

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Hidroginástica e pachachas alheias

Inscrevi-me num ginásio. Não por parecer uma lontra, mas porque a entorse e os meus bicos de papagaio, precisam. Coisas de velha!

Ontem, fui pela primeira vez. Não sabia o funcionamento daquilo, até porque não ando num ginásio, desde que estava nos "intes". Nem conhecia as instalações. Lá me explicaram onde era os balneários.

Quando entrei ia tendo uma síncope cardíaca.
Atão, mas não é que andava tudo de pachacha ao léu, como se tivéssemos em praia de nudistas?!

Não sou púdica, longe de mim! Adoro espojar a bela rapachola ao sol, em tudo o que é sítio. Mas assim?!
Uma pessoa baixava-se para o cacifo, quase ficava frente a frente com a pintalheira de outrém. Tentava olhar em frente, irra mais umas quantas!

Fiz a aula, volto para os balneários. Aguardo vaga no duche. Reparo nas regras de utilização do banho turco - touca e tal, de repente sai de lá mais uma toda descascada.

Nem em praias de nudistas vi tantas....

Não é preciso decoro, mas assim também é um exagero.

Tapem-se senhoras!!

terça-feira, 27 de junho de 2017

Tartaruga no Chapitô

E no dia seguinte, chego a casa e só tenho uma tartaruga no aquário... Como é que a tartaruga desapareceu?! Mas todos os bichos decidem fugir? Cadê a bicha? Reviro a cozinha inteira, completamente incrédula. O rapaz diz que já tinha feito o mesmo nas férias. Mete-se às costas da outra em cima da concha e pira-se cá para fora. Encontro-a escondida atrás dos pés do fogão. Caiu da bancada e a gata deve ter ajudado no resto. Se alguém precisar tenho uma tartaruga artista de circo.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Orgia de barro

Íamos com pressa aligeirada de férias. Queríamos chegar à praia e conseguir o spot que as lésbicas tinham ontem, numa tentativa de conseguir a sombra, que daria uma sesta quando o calor apertasse. Pelo
caminho,c com as holandesas chatas que tinham passado ontem o dia a cantarolar. Tentaram quase uma ultrapassagem pela direita numa clara tentativa de arranjar o melhor espaço.
 Não conseguiram!
 Chegámos ao nosso destino, felizes da vida por termos todo o espaço - com sol e sombra- e sem mais ninguém.
 Fomos ao banho e nem 10 minutos passados, chega um casal que vendo a nossa ocupação de espaço retira se para as pedras. Algum tempo depois pedem-nos a sombra. Novo banho e chega um rapaz com uma cadela - eu simplesmente o-d-e-i-o cães na praia- com ele trouxe um batuque.
 Estava montada a festa. Entretanto chamou uma amiga, depois o amigo cota perneta, e com ele mais dois cães. Já não cabíamos em nós de contentes. O casal da sombra não resistiu e devolveu-nos a sombra. O primeiro começa então a fazer uma máscara de barro. Besunta-se todo até ficar todo cor de laranja. Tenta persuadir a amiga a fazer o mesmo, começando por por-lhe nas costas com uma suave massagem. Entretanto chegam mais um rapaz, o exibicionista e a amiga inglesa. Ele fica nu, ela com o biquini que roubou à avó. Vão todos para dentro de água, só ficando os dois cães a guardar a perna, do cota aleijado. Uma cena surreal, sim! Algum tempo depois, nova sessão de barro. Os dois mais novos a passar a mão na miúda, numa luta de galos silenciosa. Ela, que de parva tinha pouco, ia aproveitando a atenção e as massagens.
 O exibicionista começando a perder terreno, inicia o jogo do eu-sou-mais-forte-que-tu-e-vou-andar-aqui-a-fazer-pinos. Nha,nha,nha...Estando agora 5 pessoas,3 cães e um batuque na praia, chega mais um casal, de cotas. Beijinhos para cá, beijinhos para lá, apresentações feitas e barro para cima. O primeiro rapaz decide atacar a inglesa. O exibicionista fica pior que urso. Ela tira o sutiã. Ele esfrega-lhe as costas, deixando-a com cor de gente. O perneta vai tomar banho. Os cães seguem-o. Os outros também. Já não aguentamos mais e vimos embora. Nós que quase corremos pelo sossego. Pela paz e nudez. Saiu-nos uma orgia de barro. Amanhã é outro dia.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Macdrive

Sexta-feira não tivemos tempo para jantar antes do concerto e já passava da meia noite quando chegámos a Oeiras.
Estacionámos o carro e fomos a pé ao Macdonald's, só que o restaurante já estava fechado e só restava o macdrive. Disse-lhe para tentarmos ir a pé, e lá nos metemos na fila do drive. Não acontecia nada, ele olhou para o chão e disse que aquilo só accionava com o peso do carro.
Fomos buscar o carro, que tem o elevador do vidro do lado do condutor avariado, e tive de fazer o pedido pelo tejadilho.
 Quis saber com o empregado porque é que não se podia fazer o pedido estando de pé.
Ele, sem achar piada nenhuma, dizia que não se podia, e nós riamos de tal forma, que quase nem o pedido conseguia pedir. Ainda lhe perguntei porque é que as pessoas sem carro, depois da 00:00 não podiam comer, mesmo com um restaurante aberto 24 horas, como aquele.

Lá avançamos para recolher o pedido e começamos a perguntar a outro funcionário, se podíamos ir de mota, bicicleta, skate ou patins em linha. Começamos logo a congeminar em juntarmos variados veículos de transporte e ir para a fila do Macdonald's.
Se voltar a encontrar o homem a cavalo no lidl vou pedir-lhe para trazer o cavalo e juntar-se a nós nesta luta.
Entre nós e, já falámos com os miúdos, queremos ir de bicicleta, barco de borracha, skate, trotinete etc.

Portanto qualquer dia fazemos um mega protesto sobre esta injustiça. Quem é que se quer juntar a nós? :)

Fim de semana musical

No fim do dia de sexta-feira fomos ao bodyboard e eram quase 20:15 quando saímos da praia. Liga-nos o meu cunhado a dizer que uma prima deles tinha bilhetes para o Miguel Araújo mas que tinham a filha doente e não podiam ir. Tinha a criança comigo e acabei por a ir deixar à minha mãe, ir ao Estoril buscar os bilhetes e seguir para Sintra, onde era o concerto.

Já tínhamos assistido ao Miguel com o Azambujo mas desta vez foi ainda melhor. Vale cada cêntimo pago pelo espectáculo, apesar de borla ainda ter sido melhor. Tem piada, toca que se farta, o instrumental é espectacular, e é, sem dúvida, dos melhores compositores que temos por cá.

Sábado de manhã tivemos aula de bodyboard com os miúdos e à noite o concerto do Gabriel- o Pensador com os mais velhos. Fui porque o homem me pediu, porque o género musical não é para os meus ouvidos. Ainda por cima começava tarde por causa do jogo.

Houve ali momentos em que pedi encarecidamente para que o concerto acabasse. O instrumental demasiado alto, a voz quase imperceptível e especialmente com aquele ritmo de rap/ hip hop. O jogo de luzes quase nos cegava. O cheiro a erva que vinha de todos os lados. 

Enfim...

Quando acabou senti-me mesmo aliviada! 

Domingo foi daqueles dias tranquilos, que terminou com o por do sol em Carcavelos, a assistir a uma mega aula de Yoga. 




quarta-feira, 19 de abril de 2017

Elvis, o ET

Fomos passar o fim de semana da Páscoa ao Alentejo. Nós, o meu rapaz e as duas tartarugas. A gata ficou na minha mãe, que a casa para onde fomos é dos meus sogros, e eles dispensam gatos.

Como o tanque ainda estava vazio, aproveitámos para fazer um passeio maior que o habitual, e desta vez fomos a Badajoz. 

Sim, eu nunca tinha lá ido, nem nos tempos áureos dos caramelos. 
Para o rapaz é sempre uma excitação o atravessar a fronteira. Lá fomos nós pelo caminho do " Oh Elvas, oh Elvas, Badajoz à vista!"

Por lá não fizemos muita coisa, almoçamos numa pizzaria e fomos ao El Faro, ver a Primark. 
Cruzes, credo! Tanta gente, tanto português por todo o lado, que podíamos facilmente esquecermos-nos que estávamos em Espanha.

No caminho de regresso, já depois de Elvas encontramos um cágado no meio da estrada.

 Demos a volta porque o bicho ali ia morrer e muito a custo agarrei nele para o por no carro. Primeiro o bicho tresandava, depois era enorme e tinha umas patas grandes e nojentas. Quando chegámos a casa, apresentámos-lo às pequeninas tartarugas, mas a convivência foi nula. Ele ocupava o aquário delas e não dava para manter os três no mesmo espaço. Lá o deixámos à solta pelo quintal.

À noite, ouvimos-lo a raspar as unhas na janela para entrar. Oh, que coisa (mais asquerosa!) fofa!

No regresso, e tendo em conta que o meu sogro adora a espécime, trouxemos o Elvis para Lisboa. Soubemos no dia seguinte que foi largado na natureza, porque não havia condições para o manter em casa.

De qualquer maneira fica a história e a convicção  que o ET deve ter sido inspirado num bicho destes.



quarta-feira, 22 de março de 2017

" Surf-lhando" ou surf gargalhado...

Andamos uns desportistas (mais ou menos) natos. Os últimos dois fins de semana, aproveitando uns workshops da Câmara de Oeiras, fizemos surf ( ah, ah, ah) e, este último sábado fomos com os dois mais novos dele, fazer bodyboard.
Andava há espera das fotos para publicar sobre o assunto, mas as fotos não chegam e qualquer dia já nem me lembro da experiência.

O surf foi um espectáculo! Só carregar a prancha até à praia foi uma verdadeira aventura. Quando cheguei à areia já vinha com os bofes de fora e ainda nem tínhamos começado a aquecer.

Começando os exercícios de aquecimento e depois de duas voltas a correr (morri e não corri!) já suava dentro do fato. Essa é outra aventura!

[Vestir aquilo aproxima-se à sensação de enfiar um preservativo pelo corpo todo. Fica ali tudo emborrachado, apertadinho, quase sufocante.]

Chegou a hora de entrar dentro de água.

 OMG!

Já vos devo ter dito que sou a pessoa mais friorenta da blogosfera. Passo anos sem conseguir tomar banho de mar, nestas águas geladas. Meu rico Mediterrâneo! O meu fato ainda por cima tinha um buraco e mesmo que não tivesse, a água entra por todos os lados. Claro que com o passar do tempo começamos-nos a ( tentar) habituar à temperatura. Depois vem o resto!
 Remar, apanhar as ondas, tentar de alguma forma pormos-nos de pé, vá de joelhos, ou nada!
Rir, rir à gargalhada, rir muito e beber ainda mais água.
 Não por de pé.
Continuar a rir, apesar do esforço motivacional do instrutor.

Acabar a aula a rir e amaldiçoar o momento de acartar novamente a prancha para cima. Despir o "preservativo apertado" que molhado ainda custa mais.

Acabarmos cansados mas felizes, porque ainda não sabíamos as dores, que teríamos no dia seguinte! :)






sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Running esfumaçante

Acabei de vir da praia. Está um frio de rachar mas foi a única maneira de conseguir aquecer os meus pequenos cubos de gelo, vulgarmente conhecidos por pés.
Enquanto caminhava e, falava com os meus botões ( menos um que me caiu pelo caminho), passa no sentido contrário, uma rapariga a correr.
Ah, mulher corajosa! -  pensei eu, enquanto olhava para as minhas coxas fartas e abanava a cabeça, em sinal de negação.
Não tanto pela corrida mas sim pelos corsários que tinha vestido.
Continuei no meu caminho até mudar de direcção e, pensar que a dita já deveria ter passado novamente por mim.
No entanto, como não a via achei que tinha saído pelas rochas e seguido pelo paredão.
Só que não!
Porque dei com ela, sentada nas rochas a fumar.
Ri-me, continuei no meu caminho, até que ela lá passou por mim a correr outra vez.
Isto sim, é o esforço físico levado ao limite!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

De 3 a 9....

Esta semana querendo cumprir uma promessa ao rapaz, comprei-lhe uma tartaruga como prenda de Natal.
No dia seguinte, achámos que a tartaruga estava muito sozinha e talvez fosse melhor comprar outra, para lhe fazer companhia.
E lá fomos nós a correr no final do dia comprar a bicha.
Eu, que tinha visto dois gatos persa, noutra loja de animais e me tinha apaixonado, quis mostrar-lhes também. Mesmo levando uma tartaruga dentro de um saco de plástico com água na mochila.

O amor, que detesta gatos, olhou para eles, olhou para mim e disse queres levar?
Eu:- ah mas és alérgico, eu sou alérgica, e depois?
Ele- queres ou não queres?- é prenda de Natal!
Vou mandar embrulhar.

E foi assim que a nossa família cresceu! De 3 a 6 e, aos fins de semana de 6 a 9!

Apresento-vos a Mel, a gata que apaixonou uma família alérgica a gatos.



terça-feira, 15 de novembro de 2016

Suculentas e casório #3

Ando a rezar a todos os santinhos para que as minhas suculentas peguem... Depois é pedir para que se aguentem durante um ano. E arranjar espaço em casa para guardar tanto frasco e plantas. Mas adoro mexer na terra, procurar plantas que posso "roubar" em jardins alheios, e replantá-las. 
Espero conseguir  as prendas dos convidados, assim todas em modo reciclagem e DIY. 
Porque sou uma noiva, mas sou uma noiva tesa!







quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Cumulonimbus

Elegi-te como a pior palavra que já aprendi e transformei-te num "cumulocoisas" para facilitar a minha ignorância. Mas por respeito a quem me apresentou tal conceito, tenho treinado todos os dias dizer a palavra.
Amor,
ah ah ah,
 cumulonimbus, cumulonimbus, cumulonimbus!!!!

E o que são cumulonimbus perguntam vós?!  São nuvens muito perigosas para a aviação, porque têm grande carga energética e efeitos meteorológicos extremos como chuva e trovoada. Caracterizam-se por nuvens grandes, verticais que parecem que têm cabeças :)

Porque o saber não ocupa lugar - só tu - ao serviço da cultura!


terça-feira, 18 de outubro de 2016

Até onde vais?

De pijama?  Na vida? Por Amor? Até onde vais na vida, pela busca do teu interior, contra tudo o que está definido e pré-estabelecido? Até onde vais para te descobrires e seres feliz? Até onde vais para quebrares os rótulos e saíres da tua zona de conforto?

Este é o desafio! Até onde vais e até onde te deixas ir!

Ontem, não com base na resposta a todas estas questões, mas na brincadeira em que tentamos viver os dois, fomos ao Macdonald's em pijama. Só porque tínhamos fome e não nos apetecia despir o pijama. E fomos! O meu pijama era de ovelhas cor de rosa. Podíamos até só ter ido ao drive e vir para casa. Mas não era a mesma coisa! Podemos viver como os outros vivem, ou podemos escolher ter a vida como queremos. E nós queremos viver a nossa loucura, a nossa saudável loucura, assim! Sem filtros, sem condicionalismos, sem roupa ou de pijama.

Assim!! A rir à gargalhada e a divertirmos-nos como doidos! A viver, tão só como nos dá verdadeiramente na gana.
 E a sermos felizes! Porque é isso que somos juntos.





sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Primark e a chuva....

Ontem passei na Primark, depois da consulta, para comprar calças de fato de treino e pantufas para o rapaz. Normalmente, o que mais gosto são pijamas e acessórios, mas desta vez achei que estavam com uma colecção fantástica no pronto a vestir.
Não fosse estar tão tesa e tinha-me perdido por lá. Especialmente com as malhas.

Já nas escadas rolantes para vir embora apanho uma brasuca aos gritos com o filho mais velho. Foi assim até ao carro, que ainda por cima estava estacionado em frente ao meu. Entro no carro, aguardo que a senhora faça a manobra, e enquanto espero para sair, passa outro carro onde entra um homem e ela (a condutora) começa aos gritos com ele.
 Ou é da lua cheia, ou é da chuva mas que a malta ontem andava muito nervosa, andava!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O concerto

Quando comprámos os bilhetes em Julho, já só restavam os bilhetes para a plateia em pé, ou os caríssimos. Não sou assim tão fã de concertos para dar 1/10 do meu ordenado em cantorias, e portanto em pé ficámos. 

O concerto foi espectacular! Foram dois amigos que se juntaram para dar um show. A cumplicidade entre eles é evidente, mas ao fim de 25 concertos juntos, salta à vista. Foram quase duas horas e meia de espectáculo. De muito espectáculo, na simplicidade que aqueles dois são e dão. 

Perfeito!

Continuo a espantar-me com as pessoas que vão a concertos e conseguem estar agarradas ao telemóvel o tempo inteiro. Se não gostam porque vão? Se não conseguem largar os telefones mais vale ficarem em casa e assim escusam de incomodar as restantes pessoas, com a porra das luzes. Porque num concerto tão intimista faz diferença. Aliás porque faz sempre diferença. 


sábado, 17 de setembro de 2016

Vi e recomendo ( muito)...

Ontem fomos ver o " Bebé de Brigte Jones". Chorei a rir, ri até chorar, ri até quase me engasgar com as pipocas. Gostei tanto que era capaz de ver outra vez, só para passar mais duas horas a rir.

Idem ver que não se arrependem... (Claro só para pessoas com humor!)



Bruxas??!

 Dia de todos os Santos e o meu gato desaparece misteriosamente??!! {Primeiro uma tartaruga, agora um gato??} Não há bruxas o car****