Íamos com pressa aligeirada de férias. Queríamos chegar à praia e conseguir o spot que as lésbicas tinham ontem, numa tentativa de conseguir a sombra, que daria uma sesta quando o calor apertasse.
Pelo
caminho,c com as holandesas chatas que tinham passado ontem o dia a cantarolar.
Tentaram quase uma ultrapassagem pela direita numa clara tentativa de arranjar o melhor espaço.
Não conseguiram!
Chegámos ao nosso destino, felizes da vida por termos todo o espaço - com sol e sombra- e sem mais ninguém.
Fomos ao banho e nem 10 minutos passados, chega um casal que vendo a nossa ocupação de espaço retira se para as pedras. Algum tempo depois pedem-nos a sombra.
Novo banho e chega um rapaz com uma cadela - eu simplesmente o-d-e-i-o cães na praia- com ele trouxe um batuque.
Estava montada a festa.
Entretanto chamou uma amiga, depois o amigo cota perneta, e com ele mais dois cães. Já não cabíamos em nós de contentes.
O casal da sombra não resistiu e devolveu-nos a sombra.
O primeiro começa então a fazer uma máscara de barro. Besunta-se todo até ficar todo cor de laranja. Tenta persuadir a amiga a fazer o mesmo, começando por por-lhe nas costas com uma suave massagem. Entretanto chegam mais um rapaz, o exibicionista e a amiga inglesa. Ele fica nu, ela com o biquini que roubou à avó. Vão todos para dentro de água, só ficando os dois cães a guardar a perna, do cota aleijado. Uma cena surreal, sim!
Algum tempo depois, nova sessão de barro. Os dois mais novos a passar a mão na miúda, numa luta de galos silenciosa. Ela, que de parva tinha pouco, ia aproveitando a atenção e as massagens.
O exibicionista começando a perder terreno, inicia o jogo do eu-sou-mais-forte-que-tu-e-vou-andar-aqui-a-fazer-pinos. Nha,nha,nha...Estando agora 5 pessoas,3 cães e um batuque na praia, chega mais um casal, de cotas. Beijinhos para cá, beijinhos para lá, apresentações feitas e barro para cima. O primeiro rapaz decide atacar a inglesa. O exibicionista fica pior que urso. Ela tira o sutiã. Ele esfrega-lhe as costas, deixando-a com cor de gente. O perneta vai tomar banho. Os cães seguem-o. Os outros também.
Já não aguentamos mais e vimos embora. Nós que quase corremos pelo sossego. Pela paz e nudez. Saiu-nos uma orgia de barro.
Amanhã é outro dia.
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terça-feira, 13 de junho de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Trovoada com bolinha
Deitei-me tarde....
O jantar atrasou um pouco, porque a noite estava convidativa e a conversa rolava a tinto e conhaque. Ainda fui ao banho e quando cheguei, o homem tentava fazer cumprir o castigo de ter lavado a louça.
Ainda me fiz de difícil, como quando estou cansada e não me apetece trocas de amor. Mas ele com uma insistência que nem é habitual, perante tantos obstáculos que, em mim também são raros.
Acasalámos devagar, devagarinho como a sorver a saudade, a distância e o amor.
Naquela junção que é sempre maior, do que qualquer outro afecto.
Adormeci tarde na esperança que pelo menos não acordasse de noite.
Acordei.
Eram 3:30 quando a janela clareou numa antecipação ao trovão que havia de cair. Tentei ganhar sono ou vontade de dormir porque sono tinha. Dei voltas e mais voltas, enquanto me encostava ao homem, que naquele momento, considerei o santo protector da trovoada.
Abriu o olho e despertou, mesmo contrariando todo o sono que tem sempre. Espevitou, chegando-se agora a mim, não por receio, mas por atrevimento. Não houve resistência, como se os corpos estivessem telecomandados para o prazer. Nós os dois e os clarões da trovoada. Ao balanço da maré.
Voltei a dormir...
E a acordar com a gata a jogar à bola. Ainda o sol espreitava por cima da noite. Mal abria os olhos. Uma hora depois o despertador tocou.
E não foi um pesadelo.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
No mar com bolinha...
O barco balançava ao sabor das ondas, sem um destino predefinido. Estava mais vento do que calor apesar das praias à distância estarem cheias de pessoas.
Já estaríamos em mar alto, onde só as gaivotas andam para fazer companhia.
Ao longe passam barcos que cumprindo a tradição nos cumprimentam.
Faz parte das regras do mar.
Não sei se era do chapéu de marinheiro que tinhas enfiado na cabeça, ou do cheiro a mar que exalavas. Estava sentada no convés com o meu vestido de rede. Olhava-te agarrado ao leme a caminho do nada.
Olhei-te, com o olhar de quem te quer, numa ânsia pelo já.
Beijaste-me com a tesão da adrenalina.
Sabias que tinha de ser ali.
Beijaste-me os mamilos, afastaste-me as cuecas e penetraste-me.
Sem ancora.
Sem poita.
Ao balanço das ondas e soprados pelo vento.
Donde estavas não vias o oceano. O motor continuava ligado e nós de um lado para o outro. Viro-te e sento-me em cima de ti. Sem dó. Enfio-te e venho-me, logo ali. Só pela excitação do momento.
Pelo sentido da nossa liberdade...
Já estaríamos em mar alto, onde só as gaivotas andam para fazer companhia.
Ao longe passam barcos que cumprindo a tradição nos cumprimentam.
Faz parte das regras do mar.
Não sei se era do chapéu de marinheiro que tinhas enfiado na cabeça, ou do cheiro a mar que exalavas. Estava sentada no convés com o meu vestido de rede. Olhava-te agarrado ao leme a caminho do nada.
Olhei-te, com o olhar de quem te quer, numa ânsia pelo já.
Beijaste-me com a tesão da adrenalina.
Sabias que tinha de ser ali.
Beijaste-me os mamilos, afastaste-me as cuecas e penetraste-me.
Sem ancora.
Sem poita.
Ao balanço das ondas e soprados pelo vento.
Donde estavas não vias o oceano. O motor continuava ligado e nós de um lado para o outro. Viro-te e sento-me em cima de ti. Sem dó. Enfio-te e venho-me, logo ali. Só pela excitação do momento.
Pelo sentido da nossa liberdade...
terça-feira, 8 de março de 2016
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Com bolinha
Chegaste a casa e apanhaste-me de vibrador enfiado. Sorri-te, enquanto te despias vagarosamente. Decidias-te, se te juntavas a mim, ou se apenas gozavas, a ver-me fazer o teu trabalho. Conheces-me. Sabes que estou a arder, e que agora que te vejo, quero chupar-te.
Chamo-te.
Mas ignoras-me!
Gostas de me ver implorar pelo teu pau.
Sussurro o teu nome, enquanto abafo um orgasmo.
Não resistes quando me vês a estremecer.
Meto-o na boca, só para sentir a tua cabeça a latejar.
Estás tão teso.
Meto-te um dedo no cu e controlas-te para não te vires na minha boca.
Afastas-me. Viras-me de costas, abres-me as pernas e espetas-me a língua. metes um dedo, dois enquanto brincas com o clitóris.
Contorço-me quando te enfias em mim. Sem piedade. Sem aviso.
Na tua cadência...Tens o controlo.
Venho-me as vezes que quiseres.
Até te vires.
Fumamos um cigarro. Na paz do silêncio.
Só os corpos falam.
Adormecemos enroscados. Porque vamos voltar a acordar com os corpos a falarem.
Daqui a pouco.
Quando a tua mão tocar o meu mamilo e o meu rabo instintivamente se encostar a ti. Afastas-me o cabelo e mordes-me a orelha, Sinto-te a crescer encostado a mim. Tenho a rata molhada numa mistura de tesões. Deixas que ele me procure, enquanto me abraças.
Penetras-me.
Devagarinho.
Como se fosse a primeira vez que me sentisses.
E sempre única,
Chamo-te.
Mas ignoras-me!
Gostas de me ver implorar pelo teu pau.
Sussurro o teu nome, enquanto abafo um orgasmo.
Não resistes quando me vês a estremecer.
Meto-o na boca, só para sentir a tua cabeça a latejar.
Estás tão teso.
Meto-te um dedo no cu e controlas-te para não te vires na minha boca.
Afastas-me. Viras-me de costas, abres-me as pernas e espetas-me a língua. metes um dedo, dois enquanto brincas com o clitóris.
Contorço-me quando te enfias em mim. Sem piedade. Sem aviso.
Na tua cadência...Tens o controlo.
Venho-me as vezes que quiseres.
Até te vires.
Fumamos um cigarro. Na paz do silêncio.
Só os corpos falam.
Adormecemos enroscados. Porque vamos voltar a acordar com os corpos a falarem.
Daqui a pouco.
Quando a tua mão tocar o meu mamilo e o meu rabo instintivamente se encostar a ti. Afastas-me o cabelo e mordes-me a orelha, Sinto-te a crescer encostado a mim. Tenho a rata molhada numa mistura de tesões. Deixas que ele me procure, enquanto me abraças.
Penetras-me.
Devagarinho.
Como se fosse a primeira vez que me sentisses.
E sempre única,
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Vantagens da masturbação
Como doente respiratória crónica, para o mesmo resultado,o esforço é mínimo.
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Bruxas??!
Dia de todos os Santos e o meu gato desaparece misteriosamente??!! {Primeiro uma tartaruga, agora um gato??} Não há bruxas o car****
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Dia de todos os Santos e o meu gato desaparece misteriosamente??!! {Primeiro uma tartaruga, agora um gato??} Não há bruxas o car****
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Almoço, dia de aniversários, do meu lado esquerdo o Padre, meu patrão. De repente, aproximo-me do seu pescoço. Cheiro-o, volto a cheirar. ...
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Há algum tempo li, não sei bem onde, a ideia de se guardarem sementes de fruta, e de as atirar para o campo. Para além de podermos semear á...