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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Zula, a elefante de um tpc...

Zula, uma elefante cor de rosa, com 8 anos, perguntava todos os dias à sua mãe: - porque é que não posso voar como os pássaros?
Zula! - respondeu a mãe, abanando as orelhas, em sinal de desaprovação. Tu és uma elefanta. Nós não voamos. Já tens idade para te deixares de ideias tolas.
Mas para Zula, era a ideia mais brilhante que tinha. Ela tinha que voar. 
Continuava a olhar os pássaros no céu, o seu voo livre, a liberdade. Tinha inveja. Sim, inveja! 
Porque é que sou elefante? Porque não tenho asas e um corpo gracioso? - lamentava-se Zula.
Um dia viu que estava muito vento, e os pássaros não conseguiam voar. 
Nesse momento, ficou feliz por ser quem era. Nunca mais quis ser uma ave.
Mas continuava a querer voar...
Um dia, tanto pensou, que decidiu subir ao cimo de um banco e saltar!
E, naquele meio segundo que se sentiu voar, Zula, sentiu-se a elefante mais poderosa da terra.


Percebeu que tinha um poder maior que os pássaros - tinha a capacidade de sonhar!




segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Micro contos com bolinha

Estou molhada, digo-te!
Puxas-me para ti, despes-me a roupa, sentas-me de costas para ti.
Beijas-me o pescoço, enquanto procuras as minhas mamas, por debaixo do soutien de renda preto.
Fazes os meus mamilos rijos e, desces até sentires calor.
Esfregas-me o clitoris com indiferença, e movimentas as minhas ancas, contra ti.
Dizes que me desejas, enquanto enfias um dedo. E voltas a tirar, no jogo do esconde esconde.
Beijas-me desenfreadamente.
Puxas-me os cabelos, afastas as cuecas e fazes-me sentas-te no sexo duro.
Tremes quando sentes o inferno.
E eu te faço devagarinho. Para sentires cada músculo meu a apertar-te. Em cada centímetro de descida. E na galopante subida.
Faço-te de costas. Para não te ver a alma. Nem o desamor.
Venho-me, uma, duas, até a cadência das minhas contrações, te fazerem não aguentar mais.
Abraças-me de alma.
E desapareces.
E eu só fico com o teu cheiro no corpo.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Micro momentos de amor

Entraste já depois da porta fechar. Procuraste o lugar, sentaste-te sem nunca olhar para mim. Quando te vi, o meu corpo desabou. Respirei fundo. Centrei-me na peça. Sentia-te a olhar fixamente para mim. Puxaste-me a mão para o teu peito. Eu agarrei na tua e encostei-a ao meu. Fechamos os olhos. Respiramos no mesmo compasso. Para não perdemos os silêncios. Sentimos que o nosso coração palpita no mesmo ritmo. Na alegria do amor. 

Bruxas??!

 Dia de todos os Santos e o meu gato desaparece misteriosamente??!! {Primeiro uma tartaruga, agora um gato??} Não há bruxas o car****