Estou molhada, digo-te!
Puxas-me para ti, despes-me a roupa, sentas-me de costas para ti.
Beijas-me o pescoço, enquanto procuras as minhas mamas, por debaixo do soutien de renda preto.
Fazes os meus mamilos rijos e, desces até sentires calor.
Esfregas-me o clitoris com indiferença, e movimentas as minhas ancas, contra ti.
Dizes que me desejas, enquanto enfias um dedo. E voltas a tirar, no jogo do esconde esconde.
Beijas-me desenfreadamente.
Puxas-me os cabelos, afastas as cuecas e fazes-me sentas-te no sexo duro.
Tremes quando sentes o inferno.
E eu te faço devagarinho. Para sentires cada músculo meu a apertar-te. Em cada centímetro de descida. E na galopante subida.
Faço-te de costas. Para não te ver a alma. Nem o desamor.
Venho-me, uma, duas, até a cadência das minhas contrações, te fazerem não aguentar mais.
Abraças-me de alma.
E desapareces.
E eu só fico com o teu cheiro no corpo.
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Trovoada com bolinha
Deitei-me tarde....
O jantar atrasou um pouco, porque a noite estava convidativa e a conversa rolava a tinto e conhaque. Ainda fui ao banho e quando cheguei, o homem tentava fazer cumprir o castigo de ter lavado a louça.
Ainda me fiz de difícil, como quando estou cansada e não me apetece trocas de amor. Mas ele com uma insistência que nem é habitual, perante tantos obstáculos que, em mim também são raros.
Acasalámos devagar, devagarinho como a sorver a saudade, a distância e o amor.
Naquela junção que é sempre maior, do que qualquer outro afecto.
Adormeci tarde na esperança que pelo menos não acordasse de noite.
Acordei.
Eram 3:30 quando a janela clareou numa antecipação ao trovão que havia de cair. Tentei ganhar sono ou vontade de dormir porque sono tinha. Dei voltas e mais voltas, enquanto me encostava ao homem, que naquele momento, considerei o santo protector da trovoada.
Abriu o olho e despertou, mesmo contrariando todo o sono que tem sempre. Espevitou, chegando-se agora a mim, não por receio, mas por atrevimento. Não houve resistência, como se os corpos estivessem telecomandados para o prazer. Nós os dois e os clarões da trovoada. Ao balanço da maré.
Voltei a dormir...
E a acordar com a gata a jogar à bola. Ainda o sol espreitava por cima da noite. Mal abria os olhos. Uma hora depois o despertador tocou.
E não foi um pesadelo.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
No mar com bolinha...
O barco balançava ao sabor das ondas, sem um destino predefinido. Estava mais vento do que calor apesar das praias à distância estarem cheias de pessoas.
Já estaríamos em mar alto, onde só as gaivotas andam para fazer companhia.
Ao longe passam barcos que cumprindo a tradição nos cumprimentam.
Faz parte das regras do mar.
Não sei se era do chapéu de marinheiro que tinhas enfiado na cabeça, ou do cheiro a mar que exalavas. Estava sentada no convés com o meu vestido de rede. Olhava-te agarrado ao leme a caminho do nada.
Olhei-te, com o olhar de quem te quer, numa ânsia pelo já.
Beijaste-me com a tesão da adrenalina.
Sabias que tinha de ser ali.
Beijaste-me os mamilos, afastaste-me as cuecas e penetraste-me.
Sem ancora.
Sem poita.
Ao balanço das ondas e soprados pelo vento.
Donde estavas não vias o oceano. O motor continuava ligado e nós de um lado para o outro. Viro-te e sento-me em cima de ti. Sem dó. Enfio-te e venho-me, logo ali. Só pela excitação do momento.
Pelo sentido da nossa liberdade...
Já estaríamos em mar alto, onde só as gaivotas andam para fazer companhia.
Ao longe passam barcos que cumprindo a tradição nos cumprimentam.
Faz parte das regras do mar.
Não sei se era do chapéu de marinheiro que tinhas enfiado na cabeça, ou do cheiro a mar que exalavas. Estava sentada no convés com o meu vestido de rede. Olhava-te agarrado ao leme a caminho do nada.
Olhei-te, com o olhar de quem te quer, numa ânsia pelo já.
Beijaste-me com a tesão da adrenalina.
Sabias que tinha de ser ali.
Beijaste-me os mamilos, afastaste-me as cuecas e penetraste-me.
Sem ancora.
Sem poita.
Ao balanço das ondas e soprados pelo vento.
Donde estavas não vias o oceano. O motor continuava ligado e nós de um lado para o outro. Viro-te e sento-me em cima de ti. Sem dó. Enfio-te e venho-me, logo ali. Só pela excitação do momento.
Pelo sentido da nossa liberdade...
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Em cheio na testa...
De manhã cedo. O despertador faz o seu papel e toca como o carteiro. Estamos no amor. Aquele amor que desperta e dá ronha ao mesmo tempo. Que se sente na pele e no corpo todo, porque ainda não aconteceu nada no dia. Só acordar e mimo.
E naquele balançar de prazer, cai-me a garrafa de litro e meio de água, que estava na estrutura da cama, no meio da testa.
Não foi um balde de água fria, mas teve o mesmo efeito.
E naquele balançar de prazer, cai-me a garrafa de litro e meio de água, que estava na estrutura da cama, no meio da testa.
Não foi um balde de água fria, mas teve o mesmo efeito.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Mamoplastia?!!
Nãooooooo....
É só um autocolante que me pôs as mamas numa versão mini da Pamela Anderson....
Não fosse as dores e passava os dias agarrada a elas, numa felicidade que só entende, quem tem mamas pequenas....
Só tenho pena da ausência de assimetria e a mama esquerda ter insuflado mais que a direita. Ontem brincava e dizia que as andava a encher no pipo, como se fosse uma boneca insuflável...
É só um autocolante que me pôs as mamas numa versão mini da Pamela Anderson....
Não fosse as dores e passava os dias agarrada a elas, numa felicidade que só entende, quem tem mamas pequenas....
Só tenho pena da ausência de assimetria e a mama esquerda ter insuflado mais que a direita. Ontem brincava e dizia que as andava a encher no pipo, como se fosse uma boneca insuflável...
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Sexo com frio?
Tenho tanta roupa que, se um homem me tentasse despir (para fazer o amor), provavelmente perderia a tesão.
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Bruxas??!
Dia de todos os Santos e o meu gato desaparece misteriosamente??!! {Primeiro uma tartaruga, agora um gato??} Não há bruxas o car****
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Dia de todos os Santos e o meu gato desaparece misteriosamente??!! {Primeiro uma tartaruga, agora um gato??} Não há bruxas o car****
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