Dormir 2 horas, não seguidas. Acordar antes das 4 e sem despertador. Não beber café. Sair do hotel em direção à rocha. Ainda é de noite e o objetivo é chegar lá acima para ver nascer o sol. As escadas são irregulares e os pulmões arfam. Quase no topo, não há escadas, só pedras que trepamos a custo. Lá em cima, vento. O dia já clareia mas as nuvens apareceram para estragar o momento. O sol nasce na mesma. A paisagem é deslumbrante. E, dizem-nos que ainda falta subir a outra Rocha - Sigiriya, a mais importante. Quase caímos para o lado, e queremos desistir, mas vemos os macacos ao pequeno almoço e vamos cheios de vontade. São só mais 1200 degraus?!! Com muita gente e ninhos de vespas gigantes. Ficamos avisados que se formos atacados, não devolvem o dinheiro. E subimos, subimos e subimos... e descemos, descemos. Vimos macacos e esquilos, e um elefante a dançar. Um elefante a dançar. A vida pode ser perfeita. Logo depois de almoço e de pernas à bamba, fomos de Safari. E elefantes às dezenas, no seu habitat natural. Elefantes de todos os tamanhos. Elefantes a correrem atrás do jipe. E macacos, águias e pelicanos. São dias destes que nos fazem ficar tão ricos quando viajamos...
terça-feira, 28 de maio de 2019
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Só eu, numa festa esquisita...
Já estávamos no fim da caminhada, quando ouvimos um alto som, a vir do meio do bosque.
Duas carrinhas, com uns grafites esquisitos florescentes, e dois gajos: um português, baixinho, vestido à Guerra das Estrelas, com vestido, uma fita no meio da testa, bem e umas botas, de pele, com lugar para o dedo grande. E o polaco, com ar de alemão, e relativamente, normal.
Explicaram que ia haver uma festa à noite, free, que ia ser fixe.
Decidimos que haveríamos de passar mais tarde, já que a música dava perspectivas de uma boa noite de dança.
Jantámos no "Almoça e Geme"- claro que tinha de escrever a piada- e lá voltamos de carro, para o local da festa.
Ui, cenário tão bom, que pensámos em dar a volta, sem sair do carro.
Mas há experiências que só se tem uma vez na vida....
Estavam uns 3 putos, sentados à volta da fogueira, qual deles com a moca maior. Não se mexiam. Nós sem saber onde ficar. Fomos para perto do polaco, que explicou que eles já andam na 7° dimensão, onde falam com animais. Certo.
O português que afinal, diz que vem das estrelas, mete-se a rodopiar com o seu bastão, em transe.
O vento trazia o fumo da lareira para cima de nós, e apesar de nos rirmos da florescência geral, tudo mudou. Após uma excursão até ao cagadouro do polaco. Aí o orgulho dele a mostrar-nos a sanita, feita de uma cadeira de bebé, e todo sistema de areia para tapar a merda.
Um artista, na dimensão errada.
Viemos embora, sem dançar.
Fica a sanita de recordação.
Duas carrinhas, com uns grafites esquisitos florescentes, e dois gajos: um português, baixinho, vestido à Guerra das Estrelas, com vestido, uma fita no meio da testa, bem e umas botas, de pele, com lugar para o dedo grande. E o polaco, com ar de alemão, e relativamente, normal.
Explicaram que ia haver uma festa à noite, free, que ia ser fixe.
Decidimos que haveríamos de passar mais tarde, já que a música dava perspectivas de uma boa noite de dança.
Jantámos no "Almoça e Geme"- claro que tinha de escrever a piada- e lá voltamos de carro, para o local da festa.
Ui, cenário tão bom, que pensámos em dar a volta, sem sair do carro.
Mas há experiências que só se tem uma vez na vida....
Estavam uns 3 putos, sentados à volta da fogueira, qual deles com a moca maior. Não se mexiam. Nós sem saber onde ficar. Fomos para perto do polaco, que explicou que eles já andam na 7° dimensão, onde falam com animais. Certo.
O português que afinal, diz que vem das estrelas, mete-se a rodopiar com o seu bastão, em transe.
O vento trazia o fumo da lareira para cima de nós, e apesar de nos rirmos da florescência geral, tudo mudou. Após uma excursão até ao cagadouro do polaco. Aí o orgulho dele a mostrar-nos a sanita, feita de uma cadeira de bebé, e todo sistema de areia para tapar a merda.
Um artista, na dimensão errada.
Viemos embora, sem dançar.
Fica a sanita de recordação.
terça-feira, 21 de maio de 2019
Conversas matinais II
Qualquer coisa sobre o trânsito. Ele fala em rezar. Diz que já soube o Avé Maria e o Pai Nosso, mas que já não se lembra.
Eu começo a tentar. Falham-me os dois.
Volto a tentar.
Começo a rir-me e digo: nota-se que não vou a funerais há muito tempo?!
{Só eu logo pela manhã}
Eu começo a tentar. Falham-me os dois.
Volto a tentar.
Começo a rir-me e digo: nota-se que não vou a funerais há muito tempo?!
{Só eu logo pela manhã}
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Conversas matinais
Eu e ele.
Conta-me uma piada qualquer, sobre os TRex. Digo-lhe que o Conan tinha um fato meio dinaussauro, meio dragão.
Pergunto-lhe se os dragões existiram?
Ele, diz que não.
Que pena ! No tempo dos homens das cavernas, como não havia isqueiros, um dragão daria muito jeito! - digo eu.
Conta-me uma piada qualquer, sobre os TRex. Digo-lhe que o Conan tinha um fato meio dinaussauro, meio dragão.
Pergunto-lhe se os dragões existiram?
Ele, diz que não.
Que pena ! No tempo dos homens das cavernas, como não havia isqueiros, um dragão daria muito jeito! - digo eu.
quarta-feira, 8 de maio de 2019
Dúvidas de Maio
Estamos em Maio. Chove. Está frio. Já esteve calor. É Maio.
Duvido que seja Maio, quando olho pela janela, vejo a chuva e a vizinha da frente, com o roupão de mãe natal.
Semi-nua.
Talvez a cumprir alguma fantasia do marido. Ou apenas, também não acreditou que é Maio.
Duvido que seja Maio, quando olho pela janela, vejo a chuva e a vizinha da frente, com o roupão de mãe natal.
Semi-nua.
Talvez a cumprir alguma fantasia do marido. Ou apenas, também não acreditou que é Maio.
terça-feira, 30 de abril de 2019
Música do dia ou uma auto definição...
Música. Associo muitas vezes palavras a músicas. Andava a tentar encontrar uma canção, que me definisse. Que me apresentasse. Aqui está ela.
E vocês? Encontram uma música que vos define?
sábado, 13 de abril de 2019
Todos diferentes, todos iguais...
E chatos!
Foi uma semana cansativa. Quarta à noite tive um teste online e passei o dia a estudar, como não acontecia, desde os tempos da faculdade.
Quinta, tretas difíceis de gerir.
Ontem, tinha de apresentar uma formação/ apresentação de 10 minutos para hoje. Acabei já tarde, depois de ter decidido à última da hora, o que fazer.
Adormeci muito tarde, dormi mal e acordei 3 vezes durante a noite. Hoje o despertador tocou às 6:15, enquanto descascava uma laranja, mandei as plantas abaixo, fazendo um chiqueiro lindo. Disse uma asneira, e pensei na regra dos 90/10 e passou.
Vou ter com a Ana, e com o GPS ligado, estrada cortada, estaciono e decido ir a pé. Começa a chover, perco-me, ligo-lhe e penso novamente na regra.
Chegamos ao curso em cima da hora.
8:30. Sábado de chuva. Pessoas sérias e de estômago às voltas. Uma pessoa, duas, três pessoas. Os temas variam entre a cidade de Tomar e velhos. Aliás idosos. As quedas nos idosos, as demências, a solidão, morte súbita em bebés.
2 horas depois, uma pausa de 15 minutos.
Voltamos a temas extraordinariamente interessantes, que já não me lembro. E continuamos naquilo. Há medida que se me aproxima a vez, o pânico instala-se em mim. Então eu venho falar sobre nada, depois disto?
Sim, o meu tema era basicamente sobre nada. Apenas a chave do Euromilhões, viver sem expectativas. Viver o aqui e agora.
Só que ao meu ritmo. E só quem me conhece sabe o que isto quer dizer.
A Ana fechou com a respiração.
Depois de isto tudo, o que vamos fazer?!
Ver as filmagens das apresentações.
OMG!
Foram só 3 minutos de cada um, mais comentários. E há gente que precisa sempre de falar.
Comecei com uma fome, uma descida de hipoglicemia, a não ter posição na cadeira, a fazer de tudo, para aguentar as já quatro horas ali fechada.
Quando chegou a minha vez de me avaliar, fui honesta para dizer que nunca iria conseguir fazer o que, talvez seja suposto. Porque não sou eu. E cada vez menos abdico de quem sou, pela formatação dos outros.
O dia de hoje fez-me pensar porque é que me lembro tão pouco de coisas da escola. Porque foram raros os professores, capazes de me despertar interesse.
Hoje de 14 pessoas diferentes, 11 apresentações iguais. A ausência de cor, o formato, o discurso, a postura. Chatos.
Antes dizia que não gostava de pessoas, agora acho que o meu problema é com chatos.
Coisas do meu lado sombra, mas isso é todo um capítulo para outro dia.
Agora vou ao teatro.
Foi uma semana cansativa. Quarta à noite tive um teste online e passei o dia a estudar, como não acontecia, desde os tempos da faculdade.
Quinta, tretas difíceis de gerir.
Ontem, tinha de apresentar uma formação/ apresentação de 10 minutos para hoje. Acabei já tarde, depois de ter decidido à última da hora, o que fazer.
Adormeci muito tarde, dormi mal e acordei 3 vezes durante a noite. Hoje o despertador tocou às 6:15, enquanto descascava uma laranja, mandei as plantas abaixo, fazendo um chiqueiro lindo. Disse uma asneira, e pensei na regra dos 90/10 e passou.
Vou ter com a Ana, e com o GPS ligado, estrada cortada, estaciono e decido ir a pé. Começa a chover, perco-me, ligo-lhe e penso novamente na regra.
Chegamos ao curso em cima da hora.
8:30. Sábado de chuva. Pessoas sérias e de estômago às voltas. Uma pessoa, duas, três pessoas. Os temas variam entre a cidade de Tomar e velhos. Aliás idosos. As quedas nos idosos, as demências, a solidão, morte súbita em bebés.
2 horas depois, uma pausa de 15 minutos.
Voltamos a temas extraordinariamente interessantes, que já não me lembro. E continuamos naquilo. Há medida que se me aproxima a vez, o pânico instala-se em mim. Então eu venho falar sobre nada, depois disto?
Sim, o meu tema era basicamente sobre nada. Apenas a chave do Euromilhões, viver sem expectativas. Viver o aqui e agora.
Só que ao meu ritmo. E só quem me conhece sabe o que isto quer dizer.
A Ana fechou com a respiração.
Depois de isto tudo, o que vamos fazer?!
Ver as filmagens das apresentações.
OMG!
Foram só 3 minutos de cada um, mais comentários. E há gente que precisa sempre de falar.
Comecei com uma fome, uma descida de hipoglicemia, a não ter posição na cadeira, a fazer de tudo, para aguentar as já quatro horas ali fechada.
Quando chegou a minha vez de me avaliar, fui honesta para dizer que nunca iria conseguir fazer o que, talvez seja suposto. Porque não sou eu. E cada vez menos abdico de quem sou, pela formatação dos outros.
O dia de hoje fez-me pensar porque é que me lembro tão pouco de coisas da escola. Porque foram raros os professores, capazes de me despertar interesse.
Hoje de 14 pessoas diferentes, 11 apresentações iguais. A ausência de cor, o formato, o discurso, a postura. Chatos.
Antes dizia que não gostava de pessoas, agora acho que o meu problema é com chatos.
Coisas do meu lado sombra, mas isso é todo um capítulo para outro dia.
Agora vou ao teatro.
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Dia de todos os Santos e o meu gato desaparece misteriosamente??!! {Primeiro uma tartaruga, agora um gato??} Não há bruxas o car****
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Hoje.. Ouvi rezar, em dia de missa; Dei a sopa à boca a uma utente; Levantei mesas e cantei os parabéns; Houve reunião e pequenos aumen...
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A personificação da voz de um anjo. Digam-me o que sentem ♥️ Bom Setembro.






