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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Férias ?!

A semana passada estivemos de férias. Num conceito completamente novo para mim. Férias com 4 crianças. Aliás com 2 crianças, 1 pré-adolescente e 1 adolescente. Criaturas completamente ligadas à tecnologia e quase alienadas da realidade. Que não querem fazer nada, que se fartam de tudo, que refilam e se queixam constantemente. Férias??!! Sim, foi uma espécie...

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

39 e uma história de terror

Domingo fiz 39 anos. Estava a jantar com a minha mãe e disse qualquer coisa do género, 39 já tenho, os 40 não são garantidos. O meu padrasto começa a torcer o nariz e a perguntar-me: estás doente? tens algum problema grave de saúde, vais-te suicidar?! Então não há razão plausível para não chegares aos 40. Segunda-feira, perto das 11:00 da manhã, estava no trabalho quando chega um dos malucos de estimação. O maluco perigoso. Vinha bêbado. Começou a falar alto. Mandei-o falar mais baixo. Começa aos gritos comigo a chamar-me de puta e vaca. Revira os olhos, e grita que me vai esventrar toda quando for para o carro. Vem direito a mim e empurra-me com toda a força que bati com as costas, no balcão do bar. Conseguem tirá-lo para fora do espaço e enfio-me na recepção para chamar a polícia. Tranco a porta e a janela. Ele vai à cozinha e trás uma faca e vem direito a mim, continuando com a conversa que me vai esventrar toda. Com um pontapé abre a porta e vem direito a mim, de faca em punho. Digo-lhe para parar e entra uma colega que consegue tirar-lhe a faca. Continua aos gritos. Conseguem metê-lo fora e chega a PSP. São precisos 4 homens para algemá-lo. Levam-no para a esquadra. 2 horas depois soltam-no e ele continua a dizer ao irmão que me vai furar toda. Foi apresentar queixa. Dizem-me que para prosseguir com o processo das injúrias tenho de pagar 102€ e arranjar um advogado. O processo criminal segue o seu curso. Perguntei como deixam uma pessoa sair passadas 2 horas e a resposta foi: não vamos correr risco de ultrapassar as horas de custódia. Muito bem! Talvez se tivesse ficado estendida já garantia que agarrassem nele e o enjaulassem. Não foi a minha hora ou o meu anjo da guarda estava perto. Afinal, chegar aos 40 não é assim tão certo!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Feito com amor

Para o altar. Feito de amor e com amor.

Tartamor

Pesadelo

Tinha chegado à quinta e já lá estavam convidados, que ainda por cima não o tinham sido. Estava o meu avô, morto há mais de 10 anos. Tinha-me esquecido do(s) vestido(s). Que raio de noiva se esquece do vestido??!Enquanto decido voltar a casa para buscar a roupa e os sapatos, continuam a chegar pessoas que não deviam lá estar. Vou a casa e percebo que o cabeleireiro afinal não apareceu. Merda! Meto a coroa de flores na cabeça, tento fazer uma maquilhagem, mas os nervos fazem-me borrar tudo. Já estou super atrasada. Já é de noite e perco-me pelo caminho. Entro em stress. Consigo chegar à quinta. A comida não chega e eu nem consegui sentar-me para comer. Quando dou por mim, dizem-me que é hora. Convidados alinhados. Onde é que estão as placas dos miúdos?! Porra, que nada corre bem. Ouve-se a música escolhida. Olho para o relógio no momento em que já atravesso a sala. 23:30? Nãaaaaaaaoooooooooo!!! Só à 00:00! Dirijo-me ao altar, só caso daqui a 30 minutos. Desculpem-me os convidados. Desculpa noivo, mas também não sei dos votos. Já não me lembro se os escrevi. Neste momento,felizmente, toca o despertador.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Vontade ou vicio #tattoogirl

Eu bem disse que andava cheia de vontade. Tenho cumprido, mais ou menos nesta altura do ano, de três em três anos, um ritual. Nova tattoo. Este ano, quase em vésperas dos 39 anos, último aniversário de solteira, não podia falhar. Ainda falta para sarar. Tem andado ainda tapada com película e assim continuará até sexta-feira. Doeu o suficiente para pensar que já devia ter juízo. Mas é certo que não tenho.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Profissão alternativa?!

Estou cansada! Não tanto do trabalho mas especialmente das pessoas que o rodeiam. As mesmas histórias, as mesmas dores, as directrizes, a forma de gerir, o tratamento. Trabalhar cansa, sobretudo quando se torna um desamor. É isso! Neste momento, trabalhar transformou-se num grande desgosto amoroso. Já gostei muito, fui feliz mas a relação já deu o que tinha a dar. Com o casamento tenho me dedicado às manualidades, e mesmo sabendo que não sou uma grande jeitosa, sou esforçada. Gosto de fazer coisas, experimentar ideias novas, e um hobbie ajuda a libertar a cabeça. Provavelmente nunca passará de um passatempo mas cada vez gosto mais de criar. Neste momento andam a sair dreamcatchers...