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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Macdrive

Sexta-feira não tivemos tempo para jantar antes do concerto e já passava da meia noite quando chegámos a Oeiras.
Estacionámos o carro e fomos a pé ao Macdonald's, só que o restaurante já estava fechado e só restava o macdrive. Disse-lhe para tentarmos ir a pé, e lá nos metemos na fila do drive. Não acontecia nada, ele olhou para o chão e disse que aquilo só accionava com o peso do carro.
Fomos buscar o carro, que tem o elevador do vidro do lado do condutor avariado, e tive de fazer o pedido pelo tejadilho.
 Quis saber com o empregado porque é que não se podia fazer o pedido estando de pé.
Ele, sem achar piada nenhuma, dizia que não se podia, e nós riamos de tal forma, que quase nem o pedido conseguia pedir. Ainda lhe perguntei porque é que as pessoas sem carro, depois da 00:00 não podiam comer, mesmo com um restaurante aberto 24 horas, como aquele.

Lá avançamos para recolher o pedido e começamos a perguntar a outro funcionário, se podíamos ir de mota, bicicleta, skate ou patins em linha. Começamos logo a congeminar em juntarmos variados veículos de transporte e ir para a fila do Macdonald's.
Se voltar a encontrar o homem a cavalo no lidl vou pedir-lhe para trazer o cavalo e juntar-se a nós nesta luta.
Entre nós e, já falámos com os miúdos, queremos ir de bicicleta, barco de borracha, skate, trotinete etc.

Portanto qualquer dia fazemos um mega protesto sobre esta injustiça. Quem é que se quer juntar a nós? :)

Fim de semana musical

No fim do dia de sexta-feira fomos ao bodyboard e eram quase 20:15 quando saímos da praia. Liga-nos o meu cunhado a dizer que uma prima deles tinha bilhetes para o Miguel Araújo mas que tinham a filha doente e não podiam ir. Tinha a criança comigo e acabei por a ir deixar à minha mãe, ir ao Estoril buscar os bilhetes e seguir para Sintra, onde era o concerto.

Já tínhamos assistido ao Miguel com o Azambujo mas desta vez foi ainda melhor. Vale cada cêntimo pago pelo espectáculo, apesar de borla ainda ter sido melhor. Tem piada, toca que se farta, o instrumental é espectacular, e é, sem dúvida, dos melhores compositores que temos por cá.

Sábado de manhã tivemos aula de bodyboard com os miúdos e à noite o concerto do Gabriel- o Pensador com os mais velhos. Fui porque o homem me pediu, porque o género musical não é para os meus ouvidos. Ainda por cima começava tarde por causa do jogo.

Houve ali momentos em que pedi encarecidamente para que o concerto acabasse. O instrumental demasiado alto, a voz quase imperceptível e especialmente com aquele ritmo de rap/ hip hop. O jogo de luzes quase nos cegava. O cheiro a erva que vinha de todos os lados. 

Enfim...

Quando acabou senti-me mesmo aliviada! 

Domingo foi daqueles dias tranquilos, que terminou com o por do sol em Carcavelos, a assistir a uma mega aula de Yoga. 




sexta-feira, 21 de abril de 2017

Dia do chá

Com a chegada do bom tempo passei aos chás frios.
Uso a mesma base: centelha asiática, cavalinha e hibisco e depois junto gengibre, rodelas de limão e um pau de canela. Quem tem tendência para a tensão alta deve ter muito cuidado com o gengibre!
Fica durante a noite no frigorífico e trago para o trabalho para beber ao longo do dia. Por vezes a garrafa de 1.5 lt não chega à hora do almoço.

 Estou uma verdadeira "cháolic".





quarta-feira, 19 de abril de 2017

Camisa

Estou tão apaixonada por esta camisa que tenho vontade de comprar as cores todas. 
Só que deve dar uma trabalheira a passar ( para quem o faz!) 
Comprei-a em Lisboa, no único chinês que encontrei até hoje, com roupa bem gira e variada. Também trouxe um vestido mas fica para outro dia.



 

Elvis, o ET

Fomos passar o fim de semana da Páscoa ao Alentejo. Nós, o meu rapaz e as duas tartarugas. A gata ficou na minha mãe, que a casa para onde fomos é dos meus sogros, e eles dispensam gatos.

Como o tanque ainda estava vazio, aproveitámos para fazer um passeio maior que o habitual, e desta vez fomos a Badajoz. 

Sim, eu nunca tinha lá ido, nem nos tempos áureos dos caramelos. 
Para o rapaz é sempre uma excitação o atravessar a fronteira. Lá fomos nós pelo caminho do " Oh Elvas, oh Elvas, Badajoz à vista!"

Por lá não fizemos muita coisa, almoçamos numa pizzaria e fomos ao El Faro, ver a Primark. 
Cruzes, credo! Tanta gente, tanto português por todo o lado, que podíamos facilmente esquecermos-nos que estávamos em Espanha.

No caminho de regresso, já depois de Elvas encontramos um cágado no meio da estrada.

 Demos a volta porque o bicho ali ia morrer e muito a custo agarrei nele para o por no carro. Primeiro o bicho tresandava, depois era enorme e tinha umas patas grandes e nojentas. Quando chegámos a casa, apresentámos-lo às pequeninas tartarugas, mas a convivência foi nula. Ele ocupava o aquário delas e não dava para manter os três no mesmo espaço. Lá o deixámos à solta pelo quintal.

À noite, ouvimos-lo a raspar as unhas na janela para entrar. Oh, que coisa (mais asquerosa!) fofa!

No regresso, e tendo em conta que o meu sogro adora a espécime, trouxemos o Elvis para Lisboa. Soubemos no dia seguinte que foi largado na natureza, porque não havia condições para o manter em casa.

De qualquer maneira fica a história e a convicção  que o ET deve ter sido inspirado num bicho destes.



segunda-feira, 10 de abril de 2017

Efeitos da ondulação

Estamos no barco desde sexta-feira.

Nós, a gata, as tartarugas.

Sábado de manhã fomos à praia para o bodyboard. Almoçámos no barco, fomos a terra para comer um gelado, e voltámos ao barco novamente. Ao final da tarde, voltámos à praia para o bodyboard.
À noite jantámos na minha mãe e novo regresso ao barco.

Ontem fomos buscar as alianças, e à tarde íamos sair com uns amigos, no barco deles à vela.  Logo após um almoço de arroz de marisco e sangria, portanto com risco acrescido.  Já prevendo o meu enjoo, tomei um comprimido.

Eu não sei como seria sem comprimido. Mas foram duas horas e meia agarrada ao ferro, a maldizer o mar, o vento, as ondas. Se andar de barco é mau, à vela não tem descrição.

É uma montanha russa no meio do mar.

Quando estávamos quase a chegar à marina, apanhámos ondas muito grandes e correntes. E mais dois barcos a quererem entrar também. No barco alguém já com medo perguntava se podíamos virar. Eu continuava toda torcida agarrada ao ferro. Devia estar amarela. Via a marina ali tão perto e sem conseguirmos entrar...

Que alívio chegar a terra!

Voltámos a dormir no barco. Ontem à noite estava uma noite espectacular. Hoje queríamos ir à praia logo de manhã para o bodyboard. Acordámos às 6 manhã. Estava um tempo de treta, com muito vento. Não valia a pena sairmos da cama.

Vim trabalhar.

Estou em terra mas a minha cabeça continua em ondulação.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Cenas (muito) improváveis...

Ontem por volta das 19:30 fui ao Lidl. Quando chego ao estacionamento reparo num cavalo amarrado na relva. Pensei que alguém se tinha aproveitado da relva para dar de comer ao animal.

No momento em que vou a entrar no supermercado, vejo um homem com um saco de compras, a montar o cavalo mesmo sem sela, e a seguir viagem.

 Aquela imagem à filme de cowboy só destoou com o saco plástico.