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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Com bolinha

Chegaste a casa e apanhaste-me de vibrador enfiado. Sorri-te, enquanto te despias vagarosamente. Decidias-te, se te juntavas a mim, ou se apenas gozavas, a ver-me fazer o teu trabalho. Conheces-me. Sabes que estou a arder, e que agora que te vejo, quero chupar-te.

Chamo-te.
Mas ignoras-me!
Gostas de me ver implorar pelo teu pau.
Sussurro o teu nome, enquanto abafo um orgasmo.

 Não resistes quando me vês a estremecer.

Meto-o na boca, só para sentir a tua cabeça a latejar.
 Estás tão teso.
 Meto-te um dedo no cu e controlas-te para não te vires na minha boca.

Afastas-me. Viras-me de costas, abres-me as pernas e espetas-me a língua. metes um dedo, dois enquanto brincas com o clitóris.

Contorço-me  quando te enfias em mim. Sem piedade. Sem aviso.
Na tua cadência...Tens o controlo.

Venho-me as vezes que quiseres.
Até te vires.
Fumamos um cigarro. Na paz do silêncio.

Só os corpos falam.
Adormecemos enroscados. Porque vamos voltar a acordar com os corpos a falarem.

Daqui a pouco.

Quando a tua mão tocar o meu mamilo e o meu rabo instintivamente se encostar a ti. Afastas-me o cabelo e mordes-me a orelha, Sinto-te a crescer encostado a mim. Tenho a rata molhada numa mistura de tesões. Deixas que ele me procure, enquanto me abraças.

Penetras-me.

 Devagarinho.

Como se fosse a primeira vez que me sentisses.

E sempre única,


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